sábado, 22 de novembro de 2014

o ser mais resistente do planeta




Você provavelmente já ouviu falar que a barata é um animal tão resistente que é capaz de sobreviver até a um ataque nuclear. Pois esclareça esse mito de uma vez por todas: a criatura repugnante pode teimar em morrer quando você a golpeia com o chinelo, mas ela sucumbiria à bomba atômica, assim como nós.
"As baratas não são resistentes à radiação e não sobreviveriam ao impacto da explosão. Por estarem em galerias subterrâneas não sofreriam os efeitos imediatos, porém, ao subirem à superfície, sofreriam, sim, os efeitos da exposição", garante Marcos Roberto Potenza, diretor do centro de pesquisa e desenvolvimento de proteção ambiental do Instituto Biológico de São Paulo.
Não se sabe ao certo a origem do mito das baratas e sua resistência à radioatividade, mas parece que o boato surgiu após as bombas de Hiroshima e Nagasaki, no Japão.
Se esses insetos cascudos não seriam os únicos sobreviventes após uma guerra nuclear, será que algum outro organismo seria? É difícil determinar qual o animal mais resistente do mundo, já que para isso são necessárias pesquisas em quantidade proporcional ao número de criaturas existentes na face da Terra.
Mas alguns desses estudos foram feitos, e há candidatos que podem muito bem liderar a lista, enquanto outras pesquisas não são feitas. A primeira dica sobre eles é que, assim como as baratas, eles são pequenos. Na verdade, bem menores que os insetos – afinal, se animal grande fosse mais resistente, os dinossauros não teriam sido extintos, né?

E o troféu vai para...

O campeão da lista é a bactéria Deinococcus radiodurans. Segundo estudo publicado na revista Science, em 2009, ela é capaz de aguentar até 1,5 milhão de rads (sigla, em inglês, para "dose absorvida de radiação"). Ou seja, ela é três mil vezes mais resistente que o ser humano.
A vantagem da Deinococcus é que seu DNA fica protegido por uma espécie de anel – tanto que os pesquisadores do departamento de química orgânica do Instituto Weizmann apelidaram o micro-organismo carinhosamente de "Senhor dos Anéis". A radiação tem o poder de destruir o genoma em pedaços, e o formato circular os manteria unidos, facilitando o reparo.
Enquanto outros micróbios conseguem recuperar até cinco quebras de DNA, aDeinococcus repara mais de duzentos. Nada mal, não é? Além disso, a bactéria ainda é capaz de sobreviver à desidratação e a altas temperaturas, fatores essenciais para ganhar a fama de "super-resistente", segundo especialistas.


Para fugir do plano de bactérias e vírus, reconhecidamente teimosos em sobreviver, há uma outra criatura capaz de ser premiada com a medalha de prata: otardigrado, um invertebrado de aparência tão estranha quanto seu nome.
Com menos de um milímetro e meio de comprimento, esses organismos permanecem quietinhos quando desidratados, sobrevivendo a longos períodos de seca, e voltam à ativa quando o ambiente se torna mais propício. Nesse período, o açúcar faz o papel da água, em um processo conhecido como anidrobiose.
Essa característica levou os pesquisadores a submeterem os tardígrados a uma prova ainda mais difícil: sobreviver ao espaço.
Em 2007, uma equipe liderada pelo cientista Ingemar Jönsson, da Universidade de Kristianstad, na Suécia, colocou esses invertebrados para viajar em uma cápsula da Agência Espacial Europeia. Certas amostras foram deixadas "peladas", em órbita, sob níveis de radiação ultravioleta mil vezes maiores que a da Terra.
Depois que as amostras foram coletadas com a queda da cápsula no Cazaquistão, os pesquisadores ficaram impressionados: três tardígrados sobreviveram, apesar de terem perdido a capacidade de se reproduzir. Já os organismos que foram submetidos somente ao vácuo não só permaneceram vivos, como geraram semelhantes.

domingo, 26 de outubro de 2014

Já há vida terrestre em Marte?


Quando os exploradores portugueses e espanhóis descobriram o continente americano, no início do século XVI, contaminaram o novo mundo com microrganismos. Sem o saber, levaram consigo vírus e bactérias que, desconhecidas dos povos nativos, causaram nestes inúmeras mortes. De regresso à Europa também trouxeram consigo microrganismos do novo mundo.

Agora novos exploradores robotizados desvendam novos horizontes em solo marciano. E, apesar de todos os cuidados em os esterilizar antes de os enviar para Marte, há indícios de que estes engenhos tecnologicamente avançados poderão ter contaminado com bactérias o planeta vermelho.

De facto, e segundo o divulgado nesta semana que passou na reunião anual da Sociedade Americana de Microbiologia, investigações recentes mostram que o robô Curiosity, que chegou a Marte em Agosto de 2012, poderá ter transportado consigo bactérias do género Bacillus. Há evidências de que esporos destas bactérias conseguem resistir aos processos de esterilização usados nestas naves de exploração espacial. Para além disso, amostras da superfície do Curiosity recolhidas antes do seu lançamento, revelaram estarem contaminadas com 65 espécies de bactérias!
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Por outro lado, experiências realizadas na Estação Espacial Internacional mostram que há bactérias (e.g., Bacillus pumilus) que conseguem sobreviver pelo menos durante 18 meses nas condições extremas de temperatura, vácuo e radiações existentes no espaço! Isto sugere que não se deve excluir que as eventuais bactérias, ou esporos delas, que tenham seguido com o robô Curiosity na sua viagem de quase dois anos até Marte, tenham conseguido sobreviver às agruras do ambiente espacial.

Na reunião científica referida em cima, também foram divulgados resultados de experiências que mostram que bactérias de vários géneros (incluindo bactérias metanogénicas como as da espécie Methanothermobacter wolfeii) podem sobreviver e reproduzirem-se em condições semelhantes às que se julgam existir nas camadas mais superficiais do solo marciano.


Assim, e resumindo, podemos dizer que muito provavelmente o robô Curiosity, que hoje explora Marte, pode ter levado consigo bactérias, que estas poderão ter sobrevivido nas condições da viagem espacial e que, uma vez chegadas ao solo marciano, podem ter encontrado condições não só para a sua sobrevivência mas também à sua reprodução. Na hipótese de estes factores todos se terem verificado, podemos estar a colonizar Marte com bactérias terrestres. Por outras palavras, a nossa tecnologia está a semear vida pelo sistema solar!


Recorde-se que uma das missões científicas do robô Curiosity é a de procurar indícios de vida em Marte. Ironicamente, esta missão poderá estar votada ao fracasso. Não porque a vida não exista em Marte, mas porque nunca poderemos afirmar que uma eventual descoberta não esteja desde já contaminada pela própria vida transportada da Terra para Marte, a bordo do Curiosity e de outras missões.

Este aspecto terá de ser devidamente acautelado em todas as futuras investigações e eventuais notícias relacionadas com a existência de vida em Marte.



Microfotografia mostrando supostas bactérias fossilizadas no meteorito ALH 84001

Cientistas afirmam: “Pode haver uma Terra dentro da Terra”

Cientistas afirmam: “Pode haver uma Terra dentro da Terra”

Uma equipe de cientistas de Harvard acreditam que uma antiga Terra, datada do tempo em que outro planeta colidiu com um astro para formar a lua pode ainda estar escondido dentro da crosta terrestre. 

Estes cientistas acreditam terem encontrado evidencias deste Planeta. Eles acreditam que um sinal misterioso encontrado ao utilizar um rádio isotópico. É na verdade, um eco de uma antiga Terra enfincada no fundo do planeta á cerca de 4.5 bilhões anos atrás. 

A teoria atual é de que a Terra teria colido com um astro do tamanho de Marte chamado de Theia e que o calor teria derretido a antiga forma do planeta antes de formar a Lua. 
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Mas a equipe liderada pelo Professor Sujoy Mukhopadhyay afirma ter encontrado pistas de que apenas um pedaço da antiga Terra derreteu: “O impacto gerado pela colisão do planeta foi forte o suficiente para derreter a Terra inteira, mas acreditamos que o impacto não se espalhou por toda sua superfice. Boa parte da crosta original pode ter sido completamente vaporizada, mas o hemisfério oposto ficou totalmente protegido e não se derreteu completamente.” 
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A equipe analisou áreas o isótopos de gases nobres bem fundo do manto da Terra e comparou os resultados com o da superfície. Eles acharam que 3He e 22Ne bem próximos ao núcleo são mais significativamente mais parecidos com o da superfície do que a do manto interior. 

“Isso significa que o ultimo impacto gigante não misturou todo o manto da Terra e que não houve um oceano de magma por todo canto.”

HIRST, O TUBARÃO E A ARTE SEGUNDO ARTHUR C. DANTO

HIRST, O TUBARÃO E A ARTE SEGUNDO ARTHUR C. DANTO

De acordo com o filósofo Arthur C. Danto, na obra A transfiguração do lugar-comum, uma obra de arte não está presa em sua aparência visual. Isso soa pertinente conforme sua formulação da teoria da arte pós-histórica, que diz que vivemos (desde a década de 1960) em uma era onde o pluralismo na arte é aceito e não há hierarquias nas artes em geral.A aceitação, pelo mundo da arte, de obras que entram em conflito com um objeto banal (como já visto com a “Brillo Box” de Warhol ou “A Fonte” de Duchamp) visualmente idêntico a uma obra de arte pode inspirar a questionar por que um é banal e outro obra de arte. Esse é o caso do tubarão no formol de Hirst, mais conhecido como a obra de arte intitulada “A impossibilidade física da morte na mente de alguém que está vivo” (1991).
O tubarão impressionou e impressiona muitos espectadores que entram em contato com ele, ou melhor, com esta obra de arte. Essa obra se constitui materialmente por um tubarão-tigre conservado por imersão em formaldeído dentro de um cubo de vidro que dá à peça a dimensão de 4,3 metros. O tubarão foi "congelado" no centro do cubo (que funciona como uma espécie de vitrine tridimensional) em uma posição que, embora não faça ninguém duvidar do fato óbvio de que ele está morto, provoca certa estranheza, já que causa a impressão de ter sido, digamos assim, apanhado em movimento.
Como pertencente à arte pós-histórica, como nos diria Danto, esta obra está partilhando da glória de ser uma obra de arte juntamente com outras grandes manifestações artísticas da história da arte. Em convenção com Danto, ter a ventura de estar no momento histórico certo, isto é, quando o mundo da arte estava aberto a receber obras de tal tipo, momento em que o artista é um homem de ideias e sentidos e não um gênio da técnica (ou no caso um pescador de animais marinhos de grande porte) e o mais interessante, a transfiguração já estava bem sedimentada como a pedra angular deste novo panorama histórico da arte pós Duchamp, Warhol e companhia.
 Com isso, o tubarão que nadava serenamente em busca de alimento não era uma obra de arte, mas quando entrou, mesmo após seu falecimento, em um retângulo de formol e sofreu a transfiguração de Hirst, que lhe conferiu sentido, não o deixando preso à aparência retiniana e lhe nomeou de “A impossibilidade física da morte na mente de alguém que está vivo”, aqui morre o tubarão e nasce a estrela, ou melhor, a obra de arte.


© obvious: http://lounge.obviousmag.org/transfigurar/2012/04/hirst-o-tubarao-e-a-arte-segundo-arthur-c-danto.html#ixzz3HF3o3oCm 
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terça-feira, 9 de setembro de 2014

jesus cristo


igrejacatolica.jpgOs pesquisadores que se dedicaram ao estudo das origens do cristianismo sabem que desde o segundo século de nossa era tem sido posta em dúvida a existência de Cristo. Muitos até mesmo entre os cristãos procuram provas históricas e materiais para fundamentar sua crença. Infelizmente, para eles e sua fé, tal fundamento jamais foi conseguido, e a história cientificamente elaborada denota que a existência de Jesus é real apenas nos escritos e testemunhas daqueles que tiveram interesse religioso e material em prová-la. Desse modo a existência, a vida e a obra de Jesus carecem de provas indiscutíveis.
Nem mesmo os Evangelhos constituem documento confiável. As bibliotecas e museus guardam escritos e documentos de autores que teriam sido contemporâneos de Jesus e que não fazem qualquer referência ao mesmo. Por outro lado, a ciência histórica tem se recusado a dar crédito aos documentos oferecidos pela Igreja, com intenção de provar a existência física desta figura. Ocorre que tais documentos, originariamente, não mencionavam sequer o nome de Jesus; todavia, foram falsificados, rasurados e adulterados visando suprir a ausência de documentação verdadeira. Por outro lado, muito do que foi escrito para provar a inexistência de Jesus Cristo foi destruído pela Igreja, defensivamente. Assim é que, por falta de documentos verdadeiros e indiscutíveis, a existência de Jesus tem sido posta em dúvida desde os primeiros séculos desta era, apesar de ter a Igreja tentado destruir a tudo e a todos os que ousaram contestar os seus pontos de vista, os seus dogmas.
Por tudo isso é que o Papa Pio XII, em 1955, falando para um Congresso Internacional de História em Roma, disse: “Para os cristãos, o problema da existência de Jesus Cristo concerne à fé, e não à história”. Emílio Bossi, em seu livro intitulado “Jesus Cristo Nunca Existiu”, compara Jesus Cristo a Sócrates, que igualmente nada deixou escrito. No entanto, faz ver que Sócrates só ensinou o que é natural e racional, ao passo que Jesus teria se preocupado apenas com o sobrenatural. Sócrates teve como discípulos pessoas naturais, de existência comprovada, cujos escritos, produção cultural e filosófica passaram à história como Platão, Xenófanes, Euclides, Esquino, Fédon. Enquanto isso, Jesus teria por discípulos alguns homens analfabetos como ele próprio teria sido, os quais apenas repetiriam os velhos conceitos e preconceitos talmúdicos.
Sócrates, que viveu 5 séculos antes de Cristo e nada escreveu, jamais teve sua existência posta em dúvida. Jesus Cristo, que teria vivido tanto tempo depois, mesmo nada tendo escrito, poderia apesar disso ter deixado provas de sua existência. Todavia, nada tem sido encontrado que mereça fé. Seus discípulos nada escreveram. Os historiadores não lhe fizeram qualquer alusão. Além disso, sabemos que, desde o Século II, os judeus ortodoxos e muitos homens cultos começaram a contestar a veracidade de existência de tal ser, sob qualquer aspecto, humano ou divino. Estavam, assim, os homens divididos em duas posições: a dos que, afirmando a realidade de sua existência, divindade e propósitos de salvação, perseguiam e matavam impiedosamente aos partidários da posição contrária, ou seja, àqueles cultos e audaciosos que tiveram a coragem de contestá-los.
O imenso poder do Vaticano tornou a libertação do homem da tutela religiosa difícil e lenta. O liberalismo que surgiu nos últimos séculos contribuiu para que homens cultos e desejosos de esclarecer a verdade tentassem, com bastante êxito, mostrar a mistificação que tem sido a base de todas as religiões, inclusive do cristianismo. Surgiram também alguns escritos elucidativos, que por sorte haviam escapado à caça e à queima em praça pública. Fatos e descobertas desta natureza contribuíram decisivamente para que o mundo de hoje tenha uma concepção científica e prática de tudo que o rodeia, bem como de si próprio, de sua vida, direitos e obrigações.
A sociedade atualmente pode estabelecer os seus padrões de vida e moral, e os seus membros podem observá-los e respeitá-los por si mesmos, pelo respeito ao próximo e não pelo temor que lhes incute a religião. Contudo, é lamentavelmente certo que muitos ainda se conservam subjugados pelo espírito de religiosidade, presos a tabus caducos e inaceitáveis. Jesus Cristo foi apenas uma entidade ideal, criada para fazer cumprir as escrituras, visando dar seqüência ao judaísmo em face da diáspora, destruição do templo e de Jerusalém. Teria sido um arranjo feito em defesa do judaísmo que então morria, surgindo uma nova crença. Ultimamente, têm-se evidenciado as adulterações e falsificações documentárias praticadas pela Igreja, com o intuito de provar a existência real de Cristo.
Modernos métodos como, por exemplo, o método comparativo de Hegel, a grafotécnica e muitos outros, denunciaram a má fé dos que implantaram o cristianismo sobre falsas bases com uma doutrina tomada por empréstimos de outros mais vivos e inteligentes do que eles, assim como denunciaram os meios fraudulentos de que se valeram para provar a existência do inexistente.
É de se supor que, após a fuga da Ásia Central, com o tempo os judeus foram abandonando o velho espírito semita, para irem-se adaptando às crenças religiosas dos diversos povos que já viviam na Ásia Menor. Após haverem passado por longo período de cativeiro no Egito, e, posteriormente, por duas vezes na Babilônia, não estranhamos que tenham introduzido no seu judaísmo primitivo as bases das crenças dos povos com os quais conviveram. Sendo um dos povos mais atrasados de então, e na qualidade de cativos, por onde passaram, salvo exceções, sua convivência e ligações seria sempre com a gente inculta, primária e humilde. Assim é que, em vez de aprenderem ciências como astronomia, matemática, sua impressionante legislação, aprenderam as superstições do homem inculto e vulgar.
Quando cativos na Babilônia, os sacerdotes judeus que constituíram a nata do seu meio social, nas horas vagas, iriam copiando o folclore e tudo o que achassem de mais interessante em matéria de costumes e crenças religiosas, do que resultaria mais tarde compendiarem tudo em um só livro, o qual recebeu o nome de Talmud, o livro do saber, do conhecimento, da aprendizagem. Por uma série de circunstâncias, o judeu foi deixando, aos poucos, a atividade de pastor, agricultor e mesmo de artífice, passando a dedicar-se ao comércio. A atividade comercial do judeu teve início quando levados cativos para a Babilônia, por Nabucodonosor, e intensificou-se com o decorrer do tempo, e ainda mais com a perseguição que lhe moveria o próprio cristianismo, a partir do século IV.
Daí em diante, a preocupação principal do povo judeu foi extinguir de seu meio o analfabetismo, visando com isso o êxito de seus negócios. Deve-se a este fato ter sido o judeu o primeiro povo no meio do qual não haveria nenhum analfabeto. Assim, chegando a Roma e a Alexandria, encontrariam ali apenas a prática de uma religião de tradição oral, portanto, terreno propício para a introdução de novas superstições religiosas. Dessa conjuntura é que nasceu o cristianismo, o máximo de mistificação religiosa de que se mostrou capaz a mente humana. O judeu da diáspora conseguiu o seu objetivo. Com sua grande habilidade, em pouco tempo o cristianismo caiu no gosto popular, penetrando na casa do escravo e de seu senhor, invadindo inclusive os palácios imperiais. Crestus, o Messias dos essênios, pelo qual parece terem optado os judeus para a criação do cristianismo, daria origem ao nome de Cristo, cristão e cristianismo.